No Sul de Madrid, principal núcleo industrial e comercial da comunidade, emblemáticos monumentos dividem espaço com um grande número de instalações culturais, religiosas, desportivas, sociais, educativas, amplas zonas verdes e de ócio.
Um dos povoados mais representativos da comunidade de Madrid na actualidade, pertence à planície castelhana, com clima continental, Invernos frios e Verões cálidos. O nome provém da palavra árabe "al-kur" que significa alto.
A riqueza e variedade do seu património natural, garantidos mediante a protecção que lhe outorga a figura do Parque Regional, convertem-no num atractivo destino para todos os visitantes que desejam desfrutar da fauna, flora e morfologia do seu território.
Este município situa-se ao sul da comunidade, a 40 km de Madrid, saindo em direcção a Toledo. Com algo mais de 2.300 habitantes, conta com diversos edifícios de interesse, tais como são a Câmara Municipal, com os escudos da sua torre pintados em azulejos, a igreja de Santiago, ou o mosteiro de Santa Maria da Cruz, igualmente adornado com um painel de azulejos.
Muito perto já da comunidade autónoma de Castela La Mancha, mais especificamente da província de Toledo, chegamos a este povoado do sul da Comunidade de Madrid.
Está muito perto da madrilena Parla e da localidade denominada Illescas situada na província de Toledo, e dista da cidade de Madrid 31 km em direcção sul.
A sua igreja paroquial de Santo André, do século XIV, foi declarada em 1983 património de interesse cultural.
Lugar de peregrinação é o convento de Santa Joana.
A história das origens de Fuenlabrada baseia-se nos diversos repovoamentos que os reis castelhanos faziam no século XII à medida que iam reconquistando povoados e cidades. A cidade nasce de aldeias como Loranca e Fregacedos que posteriormente foram repovoadas com uma dezena de famílias.
A Getafe dos nossos dias possui uma riqueza que provém da mistura das culturas que a formam. Emblemáticos monumentos foram aqui edificados para o deleite de todos os seus habitantes. Hoje divide espaço uma grande quantidade de instalações culturais, religiosas, desportivas, sociais, educativas, bem como amplas zonas residenciais, zonas verdes e de ócio.
A 28 km sul da cidade de Madrid, muito perto da zona limítrofe da província castelhano-manchega de Toledo, este município conta com uma população de 7.000 habitantes.
A 22 km a sul da cidade de Madrid, muito perto de Fuenlabrada e de Parla, este município conta com uma população de aproximadamente 10.000 habitantes. Cresceu especialmente na década dos anos 70 do século passado e tem-se convertido num núcleo industrial de considerável magnitude.
O momento da fundação de Leganés coincide com o reinado de Alfonso X "O Sábio". Uma época de repovoamento da Península, que surgiu como consequência do avanço das conquistas cristãs.
Encontra-se fora da zona limítrofe sul-ocidental da área metropolitana de Madrid, e a apenas 23 km da capital. A região municipal está incluída num espaço protegido da comunidade, o Parque Regional do Curso Médio do Rio Guadarrama e arredores, já nas proximidades da província de Toledo. A sua igreja de São Milão conserva um retábulo barroco do século XVIII. Um lugar de peculiar interesse é o seu parque-jardim botânico.
O nome do povoado parece ser proveniente de "mustum olei" mosto de azeite, o que induz a pensar que, já em tempos passados, em Mostoles não só abundavam os cereais, como também era abundante a sua produção de azeite.
Parla conta actualmente uma aglomeração de aproximadamente 100.000 habitantes, povoado que se assenta num território de pouco mais de 23 quilómetros quadrados, e que se compõe pelos descendentes daqueles 1.781 parlenos que se recensearam em 1960 quando Parla era ainda uma vila rural, mais as pessoas ou famílias que foram chegando das diversas regiões de Espanha a partir do final da década dos anos sessenta, atraídas pela transformação industrial de Madrid, e pelos seus descendentes com os quais devemos somar os milhares de emigrantes procedentes de todos os continentes e da Europa do Leste que hoje em dia aqui habitam.
O desenvolvimento da cidade tem evitado a invasão do betão e do alcatrão e, hoje em dia, apesar da sua modernidade, a constante preocupação por conservar o seu meio natural tem convertido Pinto no município madrileno da zona sul com maior extensão de espaços verdes por habitante (27 metros quadrados).
Ao sul da Comunidade de Madrid, esta localidade encontra-se a 32 km da capitalina Porta do Sol, fazendo fronteira com a província de Toledo. Nascida no século XIII, a sua fundação deve-se aos pastores que chegaram aqui vindos da serra, atraídos pelos seus prados excelentes.
Da original igreja paroquial barroca, dedicada a São Nicolau de Bari, apenas resta o retábulo churrigueresco de belas colunas salomónicas, já que foi derrubada em 1970, e dois anos mais tarde construída uma nova.
O povoado foi fundado na época do rei Carlos I, aproximadamente nos anos 1521 e 1532.
O seu principal senão único interesse radica no seu castelo, que é desde 1949 considerado património de interesse cultural com categoria de monumento. A sua origem data do século XIII, embora grande parte da sua construção tenha sido realizada nos séculos seguintes.
"Quando a fundaram os mouros denominaram-na Valle del Miro; era nessa época um subúrbio da Vila de Bayona perto do rio Jarama, e quase a duas léguas daí, foi Corte dos seus reis árabes, com uma ampla população" geógrafo da Corte, Thomás López, no século XVIII.
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